Família abordada durante passeio de moto aquática na Baía de Guanabara

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Vítima estava acompanhada da filha e teve joias e objetos pessoais roubados; Polícia Civil tenta identificar os envolvidos

Uma família foi assaltada durante um passeio de moto aquática pela Baía de Guanabara, na tarde de domingo, 30 de agosto. A abordagem teria ocorrido nas proximidades do Forte Lage, entre a Praia de Adão e Eva, em Niterói, e a Praia do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.

A vítima estava acompanhada da filha quando foi abordada por criminosos. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, os assaltantes levaram um cordão, um relógio, uma pulseira e o celular da jovem.

O crime foi inicialmente registrado na 79ª DP, em Jurujuba, Niterói. Posteriormente, a ocorrência foi encaminhada à 9ª DP, no Catete, responsável pela investigação.

A Polícia Civil informou que realiza diligências para identificar os envolvidos no assalto. Outros detalhes sobre a dinâmica do crime ainda não foram divulgados oficialmente.

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Vítima teria sido cercada por três motos aquáticas

O empresário Fernando Barbosa, que trabalha com aluguel de lanchas e motos aquáticas, afirmou ter conversado com uma das vítimas após o assalto.

De acordo com o relato repassado ao empresário, três motos aquáticas teriam participado da abordagem. Um dos veículos usados pelos suspeitos seria de cor azul.

A informação sobre a quantidade e as características das motos aquáticas, entretanto, ainda não foi confirmada oficialmente pela Polícia Civil.

Após tomar conhecimento do caso, Fernando divulgou um alerta nas redes sociais para que navegadores redobrassem a atenção ao circular pela Baía de Guanabara e evitassem aproximações suspeitas.

Relatos indicam outro possível assalto

O empresário também afirmou ter recebido informações sobre um segundo possível roubo na direção da Urca, na Zona Sul do Rio.

Fernando ressaltou, no entanto, que não conhece a suposta vítima e não presenciou o episódio. Até o momento, esse segundo caso não foi confirmado pelas autoridades.

Por essa razão, não é possível afirmar que os dois relatos tenham relação ou que exista um grupo praticando assaltos frequentes na região.

Empresário comunicou caso à Marinha

Após receber as primeiras informações sobre o assalto, Fernando relatou o ocorrido aos integrantes de uma embarcação da Marinha encontrada na Baía de Guanabara.

Procurada pelo jornal O Globo, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro informou que ocorrências criminosas em ambientes marítimos, portuários e hidroviários são de responsabilidade do Núcleo Especial de Polícia Marítima, o Nepom.

A unidade é vinculada à Polícia Federal e atua no policiamento e na segurança de áreas marítimas e portuárias.

Apesar da orientação da Capitania dos Portos, a ocorrência relatada pela família permanece sob investigação da Polícia Civil. O inquérito está sob responsabilidade da 9ª DP.

Investigação busca identificar os envolvidos

A Polícia Civil não informou se existem imagens da abordagem, testemunhas ou outras evidências que possam ajudar na identificação dos criminosos.

Também não houve confirmação oficial sobre a utilização de três motos aquáticas ou sobre a existência de outros assaltos cometidos nas águas da Baía de Guanabara.

As autoridades trabalham para esclarecer a dinâmica do crime e identificar os responsáveis. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.

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