Serial Killer do Rio de Janeiro é condenado a pena máxima

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Esposa acusada de influenciar o marido nas mortes também foi condenada. O casal foi condenado a 30 anos de prisão em regime fechado

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital, obteve, na última semana, a condenação de Sailson José das Graças, conhecido como Serial Killer da Baixada Fluminense, e de Cleusa Balbina de Paula, pelo assassinato de Paulo Vasconcelos, ocorrido em novembro de 2014, em Nova Iguaçu. Eles foram condenados a 30 anos de prisão em regime fechado por homicídio duplamente qualificado.

A promotora de Justiça Carmen Eliza Bastos de Carvalho demonstrou aos jurados que o homicídio foi cometido por motivo torpe e mediante dissimulação, motivado pelo não pagamento de uma dívida que a vítima havia contraído com Cleusa, sua namorada, no valor de R$ 40,00. Paulo foi morto a facadas, em casa, depois de marcar um encontro com Cleusa, que de acordo com a denúncia, foi quem planejou o crime e ordenou que Sailson cometesse o assassinato.

“O réu pratica crimes ostentando uma condição de matador, serial killer, manifestando satisfação pessoal em razão de tal condição, inclusive em entrevistas. Além disso, a personalidade do réu demanda resposta penal mais gravosa, já que premeditou o crime, se armando com uma faca e buscando informações sobre os locais frequentados pela vítima e as melhores condições para surpreendê-la”, destaca a sentença.

Crimes

Em 2021, o autor dos crimes disse ter sido o responsável por 43 assassinatos, ocorridos num período de nove anos, e que teria ainda uma lista com nomes de pessoas marcadas para morrer. A polícia achou o número exagerado.

De acordo com as investigações da polícia civil, Sailson foi apontado como tendo participado de pelo menos seis assassinatos e quatro tentativas de homicídio. Todos os crimes ocorreram em Nova Iguaçu, nos bairros de Santa Rita e Corumbá. Um dos casos foi justamente a morte de Francisco Carlos Chagas. Cleusa Balbina de Paula, que era sua companheira na época, teria influenciado Saílson a executar Francisco. 

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