Ciência e Saúde caminharão lado a lado, diz nova Ministra da Saúde

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Dose de reforço contra a Covid deverá ser aplicada anualmente nos grupos de risco. Pasta terá o desafio de reverter resistência ao imunizante por parte da população 

“Nossa gestão à frente do Ministério da Saúde será pautada pelo diálogo com a ciência”, declarou emocionada a nova ministra Nísia Trindade, em seu primeiro discurso à frente da Pasta. A cerimônia de investidura no cargo da Ministra de Estado da Saúde aconteceu nesta segunda-feira (2/1), em Brasília (DF). Ela garantiu que o trabalho coletivo com estados, municípios e sociedade será fundamental para alcançar os resultados almejados. “Nossa gestão será pautada pelo imprescindível trabalho colaborativo”, resumiu.

Nísia, que foi recebida com aplausos e gritos de “o Brasil voltou a respirar”, foi homenageada por Marilda Gonçalves, servidora da Fiocruz Bahia, em nome de todos os integrantes da instituição. “Ela foi a primeira mulher a assumir a presidência da Fiocruz em 120 anos. Sempre atuou de forma conciliatória, firme, profissional e humana. Incentivou mulheres no poder e meninas na ciência. Essa foi a tônica da Nísia dentro da Fiocruz e o resultado deste trabalho é uma instituição ainda mais produtiva e unida em torno da defesa do SUS. Temos a certeza que o Ministério da Saúde está recebendo um presente, um tesouro em que está depositada a esperança de tantos brasileiros pelo futuro da saúde no Brasil”, defendeu Marilda.

Para a ministra, a posse do presidente Lula renova as esperanças nessa construção, nesse respirar. “É a vitória da democracia. Democracia como ele proclamou em sua linda cerimônia de posse, juntamente com o vice Geraldo Alckmim, quando recebeu a faixa de representantes da população brasileira. E muito me orgulha, hoje, ter aqui nessa mesa a presença do cacique Raoni e tantos outros, de tamanha representatividade”, afirmou.

“Firmei esse compromisso com muita convicção. A convicção de quem há muito tempo estuda as desigualdades sociais em nosso País e que atua na área de ciência e tecnologia, especialmente a partir da minha história na Fiocruz, para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde [SUS] e também com sentido de urgência que se requer hoje de todos nós que integramos a equipe do presidente Lula e que farei cumprir com todo o empenho no Ministério da Saúde”, acrescentou Nísia.

Vacina não é remédio

“Vacina não é remédio e vacinação é estratégia coletiva”, disse a nova secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel. A vacina contra a Covid-19 será incorporada ao calendário anual do governo para pessoas do grupo prioritário – como idosos, imunossuprimidos e profissionais de saúde.

Na gestão passada, chefiada por Bolsonaro, a vacina não fazia parte do calendário anual de vacinação. A principal prioridade da pasta será o aumento da cobertura de todas as imunizações, e que será um desafio reverter a resistência da população. A desconfiança e o desencorajamento pela aplicação dos imunizantes cresceu nos últimos anos. Bolsonaro teve um papel importante nesta questão, na qual estimulou por diversas vezes a não vacinação da população.

Fontes: Fiocruz, Ministério da Saúde, Folha de São Paulo e GLOBO

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1 comentários

Angela 4 de janeiro de 2023 - 19:01

Verdade vacina d estou v as 4 doses da vacina peguei covid duas vezes com.se fosse uma gripe vacina de se vc ainda não se vacinou.

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