Machado Viking em exposição

Vigilância Sanitária autua e multa mais estabelecimentos de Nova Friburgo

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Marca foi notificada, após amostras serem recolhidas em supermercado do município. Problema encontrado pode ser bastante prejudicial à saúde. Veja qual é o produto e a marca, além da localização, na reportagem. 

Na luta pela garantia da qualidade dos produtos alimentícios comercializados em Nova Friburgo, a Vigilância Sanitária local colheu amostras de azeite de oliva extravirgem da marca Serra Morena, em fevereiro de 2024. Essas amostras foram retiradas de garrafas de 500ml em um supermercado localizado em Conselheiro Paulino, na Rua José Ernesto Knust. Após análise, constatou-se que o índice de refração do produto estava insatisfatório, o que levou à autuação da empresa Salamanca Importação e Exportação. A autuação, publicada no Diário Oficial do município, tornou a situação pública, destacando a importância da fiscalização e controle da qualidade dos alimentos disponíveis para consumo na cidade. Apesar da publicação, não foram divulgados detalhes sobre o local específico onde as amostras foram coletadas para análise, tampouco o valor da possível multa aplicada à empresa. Ressalta-se ainda que o foco da denúncia cai sobre a marca do produto e não do estabelecimento que o comercializou. De acordo com o documento publicado, a empresa autuada terá um prazo de 10 dias para apresentar sua defesa e requerer uma contraprova diante do resultado condenatório emitido pela análise fiscal realizada pela Prefeitura de Nova Friburgo. Essa medida busca garantir o direito à ampla defesa e ao contraditório, assegurando que todos os procedimentos legais sejam cumpridos de forma transparente e justa.

O problema encontrado pela Vigilância Sanitária foi com relação ao índice de refração considerado insatisfatório por não atender aos padrões estabelecidos pela legislação em vigor. No contexto do azeite de oliva, o índice de refração está relacionado à pureza e à composição do produto. Quando o índice de refração não está dentro dos limites aceitáveis ​​definidos pela legislação, isso pode indicar a presença de impurezas, adulteração ou má qualidade do azeite. Essas irregularidades podem comprometer a segurança alimentar e a qualidade do produto, tornando-o inadequado para o consumo humano.

Alguns dos problemas de saúde que podem ocorrer incluem são Toxicidade: Se o azeite de oliva estiver contaminado com substâncias tóxicas, como solventes ou produtos químicos utilizados durante o processamento ou armazenamento inadequado, pode causar intoxicação aguda ou crônica no consumidor; Alergias e intolerâncias: A presença de substâncias estranhas no azeite, como resíduos de outros óleos vegetais ou frutos secos, pode desencadear reações alérgicas em pessoas sensíveis a esses componentes; Problemas gastrointestinais: O consumo de azeite de oliva adulterado ou de má qualidade pode levar a distúrbios digestivos, como náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal devido à presença de impurezas ou micro-organismos patogênicos; Riscos cardiovasculares: Se o azeite não for puro e de qualidade, pode conter níveis inadequados de ácidos graxos insaturados benéficos para a saúde cardiovascular, como o ácido oleico. Isso pode comprometer os benefícios cardiovasculares associados ao consumo regular de azeite de oliva de boa qualidade; Problemas metabólicos: O consumo de azeite adulterado pode impactar negativamente o metabolismo do organismo, especialmente se conter quantidades excessivas de gorduras saturadas, trans ou outras substâncias prejudiciais à saúde metabólica.

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